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Grupo B, mais detalhes

Grupo B, de BALALAIKA

A Balalaika ou Balalouka como é conhecida entre os fortes e humildes é uma vodca alucinógena criada antes mesmo da invenção da roda. As escrituras dizem que Deus criou a Vodka Cîroc, e o Diabo viu que era bom, mais não podia fazer melhor, então o Diabo chorou. E de suas lágrimas, foi criada a bebida que daria origem à Balalaika.

Portugal, Espanha, Marrocos e Irã

Portugal
Líder do grupo por conta do ranking da FIFA e seu título da última Eurocopa, numa chave que tem uma das favoritas ao título: Espanha. E jogo de abertura entre estas seleções. Fica com a segunda vaga, com folga. Pode até brigar pela primeira posição ante os espanhóis.

Um 4-4-2 do experiente treinador Fernando Santos campeão da Euro repleto de empates, o mesmo desde 2014, sucesso com os “encarnados” do Benfica e técnico da seleção desde a desclassificação em 2014, nos penais, contra a Costa Rica.

Equipe muito experiente e conservadora para o jogo seguro de apoio ao melhor do mundo, Cristiano Ronaldo, o CR7. Se classificou bem ante os suíços na última rodada, de forma direta. Os suíços vieram à Rússia 2018 pela repescagem.

Time-base português: Rui Patrício; Cédric, Pepe, José Fonte e Eliseu; Bernardo Silva, William Carvalho, João Moutinho e João Mário; André Silva e Cristiano Ronaldo.

Destaques para a dupla de zagueiros veterana – Pepe (tantos anos Real Madrid, hoje Besiktas-TUR) e José Fonte (West Ham-ING), o meia polivalente Bernardo Silva (Manchester City-ING), os táticos e experientes “joões” Moutinho (Mônaco-FRA) e Mário (Inter de Milão-ITA) e CR7 (o melhor do mundo, Real Madrid-ESP).

Como opções, destacam-se: meia André Gomes (Barcelona-ESP), meia-ofensivo Renato Sanches – Swansea-ING – destaque última Euro), meia Ricardo Quaresma (Besiktas-TUR), veterano zagueiro durão Bruno Alves (Rangers-ESC) e o bom defensor Danilo (Porto-POR), além do veterano atacante Nani (tantos anos de Manchester United-ING, hoje Lazio-ITA).

Espanha
Elenco estrelado que mescla experiência da última geração vencedora com a atual promissora que já conquistou títulos importantes por seus clubes na Europa.

Num 4-3-3, com muitas variações táticas e opções de meio de campo de ótima qualidade a municiar atacantes jovens, a Espanha do ótimo treinador das categorias de base espanholas Julen Lopetegui, é uma das grandes favoritas ao título.

Um time base com mais 3 ou 4 titulares de acordo com o esquema tático: De Gea; Carvajal (Azpilicuelta), Piqué, Sérgio Ramos e Alba; Busquets, Iniesta e Thiago Alcântara (Koke); David Silva, Morata (Saúl-Ñiguéz) e Isco (Asensio).

Todos muito conhecidos de Barcelona (4 – Piqué, Alba, Busquets e Iniesta), Real Madrid (4 – Carvajal, Sérgio Ramos, Isco e Asensio), Thiago Alcântara (Bayern Munique-ALE), Azpilicuelta e Morata (Chelsea-ING – que também tem Fábregas nas opções), David Silva (Manchester City-ING), Koke e Saúl-Ñiguéz (Atlético de Madrid) e talvez o melhor goleiro da atualidade De Gea (Manchester United-ING).

Além de Fábregas, outros veteranos são opções como o goleiro Pepe Reina (Napoli-ITA), o polêmico atacante Diego Costa (retornou ao Atlético de Madrid-ESP) e o versátil Monreal (Arsenal-ING). Briga por título.

Marrocos
Seleção africana que despachou a poderosa Costa do Marfim (frequente nos últimos Mundiais), numa épica partida de 2 x 0 fora de casa pela última rodada das eliminatórias africanas. Retorna 20 anos depois (1998). Equipe esforçada e organizada, pode incomodar, mas poucas chances de avançar às oitavas.

Um 4-3-3 do jovem treinador francês Hervé Renard com destaques para o experiente e técnico defensor polivalente Mehdi Benatia (muitas temporadas pelo Bayern de Munique-ALE, hoje Juventus-ITA), goleiro Munir (Numancia-ESP), meia defensivo Karim El Ahmadi (Feyenoord-HOL), jovem lateral Achraf Hakimi (Real Madrid-ESP), meia atacante Younès Belhanda (Galatasaray-TUR) e o atacante Nordin Amrabat (Leganés-ESP).

Time-base: Munir; Nabil Dirar, Mehdi Benatia, Romain Saïss e Achraf Hakimi; Mbark Boussoufa, Karim El Ahmadi e Younès Belhanda; Hakim Ziyech, Khalid Boutaïb e Nordin Amrabat.

Irã
O experiente treinador português Carlos Queiróz armou uma seleção bem defensiva, num muito utilizado 4-2-3-1.

A referência é o artilheiro e bom atacante Sardar Azmoun (Rubin Kazan-RUS) que fez os dois gols do empate em 2 x 2 com a Síria que classificaram o país do Oriente Médio para mais um Mundial.

De maioria de atletas no futebol local, sem expressividade mundial, alguns destaques como o meia Ehsan Hajsafi (Olimpiacos-GRE) e o bom volante Ali Karimi. Será o diferencial no saldo de gols das demais equipes, um pouco menos ante os marroquinos que são bem melhores técnica e coletivamente. Praticamente sem chances!

Time-base que se classificou ante os sírios: Alireza Beiranvand, Ramin Rezaeian, Morteza Pouraliganji, Mohammad Ansari e Milad Mohammadi; Ali Karimi e Ehsan Hajsafi; Alireza Jahanbakhsh, Ashkan Dejagah e Mehdi Taremi; Sardar Azmoun.

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