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Dárcio Ricca

Grupo D, mais detalhes

Grupo D, de DOSTOIÉVSKI, Fiódor

Escritor, filósofo e jornalista do Império Russo. É considerado um dos maiores romancistas e pensadores da história, bem como um dos maiores “psicólogos” que já existiram (na acepção mais ampla do termo, como investigadores da psiquê)

Argentina, Islândia, Croácia e Nigéria

Argentina
O técnico argentino Jorge Sampaoli assumiu a seleção argentina pela primeira vez como um “salvador da pátria”; seleção esta ameaçada em sua classificação para o Mundial Rússia 2018, há 4 rodadas do término das eliminatórias… e em quinto lugar, na ocasião.
Argentina viveu um drama com treinadores anteriores, entre eles o “cantor de tango” Edgardo Bauza.
Evidente que o tempo de trabalho foi exíguo do vencedor e capacitado treinador com alguns amistosos até aqui, porém nunca se deve subestimar a Argentina.
Arriscaria dizer que a situação dos hermanos lembra um pouco a incerteza da seleção brasileira pré-Copa 2002.
Mas, dentro do pano de fundo da realidade das quatro seleções postulantes a duas vagas, neste quase “grupo da morte”, a incógnita Argentina – com seus atacantes que marcaram tão poucos gols nos últimos jogos (exceto o hat trick classificatório de Messi ante o Equador na altitude) – possui chances equivalentes tanto de classificação quanto de eliminação.
Dentro de um altamente variado sistema tático de base 3-4-3, a Argentina ainda está refém de testes em posições por todos os setores do campo, dentro de um jogo coletivo que carecia e muito de execução, que diria harmônica!
Amistosos contra Itália e Espanha serão bem úteis antes da Copa!
Time-base do momento: Sergio Romero; Mercado, Mascherano e Otamendi; Biglia, Fernando Gago (Banega), Enzo Perez e Acuña; Messi, Dario Benedetto (Icardi) e Di Maria.
O veterano Mascherano está no futebol chinês depois de 8 anos vitoriosos de Barcelona: símbolo da incógnita portenha.
A safra de goleiros argentinos já foi bem melhor, assim como as opções de elencos de outrora; mas Sergio Romero (reserva no Manchester United-ING do espanhol De Gea) dá conta. A dupla de zaga Mercado (Sevilla-ESP) e Otamendi (Manchester City-ING) é boa.
Sampaoli fecha o elenco sempre com muitas opções do futebol argentino, sobretudo os que retornaram: Fernando Gago (Boca Juniors-ARG) e Enzo Perez (River Plate-ARG).
O que preocupa nesta equipe é que Mauro Icardi (Inter de Milão-ITA) e Paulo Dybala (Juventus-ITA) ainda não sejam titulares. Ele tem optado pelo forte e caseiro Dario Benedetto (Boca Juniors-ARG) no comando de ataque e pelo bom meia Marcos Acuña (Sporting-POR), mas sempre direcionado taticamente em suas decisões.
Lucas Biglia (Milan-ITA) é o motorzinho do time, assim como o versátil Éver Banega (Sevilla-ESP), que passa a ser opção e que jogou com Sampaoli na Espanha. Mas, eles tem Lionel Messi, o diferenciado.
Ainda como boas opções, os defensores Federico Fazio (Roma-ITA) e Germán Pezzella (Fiorentina-ITA), jovem atacante Leandro Paredes (Zenit-RUS), os extremas Salvio (Benfica-POR) e Dario Gomez (Atalanta-ITA), Emanuel Mammana (Zenit-RUS) e o meia defensivo Pablo Pérez (Boca Juniors-ARG).

Islândia
Debutante, coletiva, guerreira e uma geração recente que atrai a todos pela curiosidade no ineditismo “jeito viking de ser”, a Islândia amplia o horizonte da bola. Excêntrica e ao mesmo tempo conservadora em seu 4-4-2 de muita força física e disciplina.
Mesmo depois de seu desempenho como primeira de grupo nas eliminatórias europeias e uma chegada às quartas de final na Eurocopa 2016 (sendo batida pelos franceses em Paris depois!), é ainda vista como um “patinho feio” por muita gente… mas, cuidado!
Nas eliminatórias, em seu grupo I, classificou-se diretamente num grupo que tinha a própria Croácia – agora novamente (passou na repescagem depois) – Ucrânia e Turquia (de melhor retrospecto histórico e campeonatos locais bons), Finlândia e o recente Kosovo.
Com 7 vitórias, 1 empate, 2 derrotas e seus 16 gols marcados (maior do grupo ante os 15 gols croatas), mostrou amadurecimento ofensivo, numa evolução pós-Euro 2016. Sua única derrota foi justamente fora de casa contra a forte Croácia, alguns meses depois do dito campeonato europeu de seleções.
Ou seja, para mim, ela sustenta o “grupo da morte” com Croácia e Nigéria. Sua estreia será ante a Argentina decantada mais acima. E vai sim incomodar no grupo… por que não?
O conservador treinador Heimir Hallgrímsson, com apoio do experiente treinador sueco Lars Lagerbäck (a evolução vem partir daí) manda a campo o seguinte time-base – extraído da grande vitória fora de casa ante os turcos por 3 x 0:
Nota: o “copy-paste” do word ajuda em algumas letras diferentes!
Halldórsson; Sævarsson, Árnason, Ragnar Sigurðsson e Magnússon; Gudmundsson, Gylfi Sigurðsson, Gunnarsson (capitão) e Bjarnason; Finnbogason e Böðvarsson.
Maioria de atletas atuando no futebol britânico em geral, a saber:
Árnason (Aberdeen-ESC), Magnússon (Bristol City-ING), Gudmundsson (Burnley-ING), Gylfi Sigurðsson (Everton-ING), Gunnarsson (Cardiff-UK) e Bjarnason (Aston Villa-ING).
E outros dois na Europa: Finnbogason (Augsburg-ALE) e Ragnar Sigurðsson (Rostov-RUS).
Quando necessita segurar o resultado, “fecha a casinha” com o zagueiro Ingason (Rostov-RUS), sem deixar de contar com o meia Sigurjónsson (Grasshopper-SUI).

Croácia
Uma geração em seu final de fase desde a turma renovada de 2006 – frequente em Mundiais – país jovem na divisão da Iugoslávia.
Se todos os países que se separaram da Iugoslávia remontassem-se numa seleção única, com certeza seria uma das maiores potências do futebol atual, como já foi em outros tempos.
Como terminou entre os oito melhores segundos colocados da fase de grupos, e apesar de perder a vaga direta para a Islândia em sua oscilação na chave; ganhou o passaporte vencendo os gregos com autoridade.
Uma geração de bons e alguns ótimos atletas, a Croácia é forte candidata neste grupo, mas não terá vida fácil. Ela traz e recebe equilíbrio técnico em relação aos seus adversários.
Num esquema tático hoje tradicional 4-2-3-1 do jovem treinador Zlatko Dalić, atua um grande trio: Luka Modrić (Real Madrid-ESP), Ivan Rakitić (Barcelona-ESP) e Marcelo Brozović (Inter de Milão-ITA).
Um ótimo goleiro, Danijel Subašić (Monaco-FRA) e o zagueiro experiente Dejan Lovren (Liverpool-ING) – que enfrentou a malandragem de Fred no pênalti inexistente em Itaquera 2014.
Apesar de jogarem algumas vezes com o centroavante Nikola Kalinić (Milan-ITA), é no experiente Mario Mandžukić (Juventus-ITA) que encontram desafogo na conclusão final das jogadas, além das boas descidas do lateral Šime Vrsaljko (Atlético de Madrid-ESP).
Time-base: Subašić; Vrsaljko, Lovren, Vida e Strinić (Sampdoria-ITA); Rakitić e Brozović; Kramarić (Hoffenheim-ALE), Modrić e Perišić (Inter de Milão-ITA); Kalinić (Mandžukić).
Vale destacar ainda o meia-atacante Nikola Vlašić (Everton-ING) e o atacante Ante Rebić (Eintracht Frankfurt-ALE).
Muitos atletas no futebol italiano!
Seleção que vem para brigar por vaga!

Nigéria
O melhor africano entre os 5 classificados.
Embora seja essencial deixar registrado que a geração dos anos noventa foi muito, muito superior.
A Nigéria renasceu após a bem mediana campanha em 2014. E como cruzam com a Argentina em sorteios de Copa do Mundo!
Os 4 x 0 sobre a seleção de Camarões mostraram a força máxima do futebol da seleção nigeriana, levando-a a se tornar um forte adversário neste grupo equilibrado.
O treinador alemão Gernot Rohr vai também de 4-2-3-1 de esquema tático base.
Mesmo agora no futebol chinês, a grande estrela é o meia Obi Mikel, que conta com a ajuda de seu ex-parceiro de Chelsea-ING Victor Moses (ainda no time inglês de Antonio Conte).
Além destes, a ofensividade nigeriana conta com o bom atacante Kelechi Iheanacho (Leicester-ING), o jovem extrema Moses Simon (Gent-BEL) e o centroavante Odion Ighalo, apesar de também atuar no futebol chinês.
Apesar do bom meia defensivo Wilfred Ndidi (Leicester-ING), o sistema defensivo oscila muitas vezes, ao contrário do bom ataque que possui, mesmo com o apoio do meia Ogenyi Onazi (Trabzonspor-TUR).
Time-base: Ezenwa; Shehu, Troost-Ekong, Balogun e Elderson; Ndidi e Onazi; Moses, Obi Mikel e Simon; Iheanacho.
Ainda tem opções como o já bem conhecido atacante Ahmed Musa (CSKA-RUS) e o meia defensivo Mikel Agu (Porto-POR).

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Grupo C, mais detalhes

Grupo C, de CATARINA II (a Grande)

Catarina subiu ao poder após uma conspiração que depôs o seu marido, o czar Pedro III (1728 – 1762), e o seu reinado foi o ponto alto da Nobreza Russa. Apesar das amizades de Catarina com os intelectuais do Iluminismo na Europa Ocidental (em particular Denis Diderot, Voltaire e Montesquieu), a imperatriz não achava prático melhorar as condições de vida dos seus súbditos mais pobres que continuavam a sofrer (por exemplo) de conscrição militar.

França, Austrália, Peru e Dinamarca

França
Na melhor geração pós Kopa, Platini e Zidane; principalmente do meio-campo para frente, os franceses, treinados pelo ex-jogador Didier Deschamps (desde o Mundial de 2014 no Brasil e daí talvez um pouco abaixo da força de seu elenco disponível), chega à Rússia como uma das favoritas ao título.
Basicamente apoiada num sistema 4-3-3, ainda busca uma formação titular diante das opções que possui, incluindo formatação tática principal e variáveis.
Reflexo disso está num time-base atual em que atletas como Kanté, Lemar, Coman, Sissoko, Koscielny, Rabiot e Kurzawa passaram para condição de suplentes, mesmo diante do expressivo 4 x 0 ante os holandeses nas Eliminatórias, o que começou a trilhar a desclassificação da terceira colocada do último Mundial com sua geração em renovação.
Time-base: Lloris; Sidibé, Varane, Umtiti e Digne; Tolisso, Pogba e Matuidi; Griezmann, Giroud e Mbappé. Parece esta ser a formação base momentânea.
Destaque para om experiente goleiro LLoris (Tottenham-ING), o ótimo zagueiro Varane (Real Madrid-ESP) – numa defesa badalada, mas que destoa do resto da equipe – o meia Tolisso (Bayern de Munique-ALE), a estrela Paul Pogba (Manchester United-ING – muito afastado por contusões sérias), polivalente Matuidi (hoje na Juventus-ITA mais para compensar o caixa financeiro com a vinda de Neymar ao PSG-FRA) e o poderoso trio ofensivo com Griezmann (já foi terceiro melhor do mundo – Atlético de Madrid-ESP), Giroud (Arsenal-FRA, que desbanca Benzema do Real Madrid-ESP com seu companheiro Lacazette-Arsenal-ING) e a sensação, o chamado “novo Henry”, Mpappé (PSG-FRA).
Um dos favoritos ao título ainda conta com o meia-atacante Kanté (Chelsea-ING), o habilidoso e forte Lemar (Monaco-FRA), os versáteis Sissoko (Tottenham-ING) e Rabiot (PSG-FRA), o criativo meia Payet (Olimpique de Marselha-FRA), o atacante Coman (Bayern de Munique-ALE) e o goleiro revelação Aréola (PSG-FRA).
Time para chegar em semifinais, podendo eventualmente cruzar com o Brasil, seu “freguês histórico”.

Austrália
Candidata a última colocada do grupo, uma vez que a segunda vaga deverá ser disputada por peruanos e dinamarqueses, a Austrália atua num 3-5-1-1 treinada por um grego, Ange Postecoglou, com passagens significativas pelo futebol japonês, porém, sem expressão.
Embora sua equipe seja bem fechada, é também bem modesta, optante por contra-ataques e, sobretudo, bolas alçadas na área. Talvez a mais fraca Austrália desde quando passou a disputar – e se classificar direto – pelas eliminatórias asiáticas.
Com atuações no futebol inglês e, hoje no Melbourne (futebol local), o veterano (38 anos) centroavante Tim Cahill é o mais famoso expoente da equipe.
Além dele, destacam-se o meia Rogic (Celtic-ESC), os alas (chuveirinhos na área) Brad Smith, (esquerdo, Bournemouth-ING) e Mathew Leckie (direito, Hertha Berlin-ALE) e o goleiro Ryan (Brighton-ING).
Como opção o meia Irvine (Hull City-ING).
Um monte de grandalhões espalhados pelo mundo, com força de time de rugby!

Peru
O ex-atacante argentino Ricardo Gareca conseguiu, como treinador, classificar o Peru 36 anos depois de sua última participação na Copa da Espanha em 1982. Tornou-se um dos melhores treinadores sulamericanos atuais.
Classificação no sufoco, na repescagem ante neozelandeses, mas chegou, mesmo diante da impossibilidade em contar, por suspensão de doping ante a seleção oceânica, com Paolo Guerrero (Flamengo-BRA). Seu recurso ainda está em aberto, mas deve conseguir ir à Rússia 2018.
Num 4-2-3-1 bem seguro, costuma fazer bons jogos contra seus rivais sulamericanos e tem o bônus de ter a formação-base junta há muito tempo.
Time-base: Gallese; Corzo, Ramos, Rodriguez e Trauco; Tapia e Yotún; Carrillo, Cuéva e Flores. Guerrero.
De destaque, a boa fase do goleiro Gallese (Veracruz-MEX), lateral-esquerdo Trauco (Flamengo-BRA – dividindo opiniões), volante Tapia (Feyenoord-HOL), o dedicado ex-vascaíno volante Yotún (Orlando City-EUA), bom meia Carrillo (Watford-ING) e o bom, mas polêmico e irresponsável meia Cuéva (São Paulo-BRA).
O volante Miguel Araujo (Alianza Lima-PER) é mais um com boa postura defensiva.
Gareca tem o time na mão, bom estrategista e plano de jogo bem definido. Briga por vaga em segundo.

Dinamarca
Foi na repescagem contra a boa seleção da Irlanda que a Dinamarca conseguiu, sobretudo no segundo jogo em Dublin, vencer por sonoros 5 x 1 e confirmar seu time-base em evolução.
Oscilou muito nas Eliminatórias, mas encontrou um caminho no seu plano tático 4-2-3-1, igual aos peruanos de seu grupo.
De treinador holandês sem muita notoriedade, Age Hareide possui bons jogadores, mas bem inferiores à geração da “Dinamáquina” dos anos 80 e 90.
Time-base: Kasper Schmeichel (sim, filho da lenda Peter Schmeichel, atua no Leicester-ING); Christensen, Kjaer, Bjelland e Larsen; Kvist e Delaney; Poulsen, Eriksen e Sisto; Jorgensen.
Destaque para o bom lateral-direito e artilheiro Andreas Christensen (Chelsea-ING), zagueiro Simon Kjaer (Sevilla-ESP), o camisa 10 Christian Eriksen (Tottenham-ING) e o meia-atacante Yussuf Poulsen (RB Leipizig-ALE).
Tem uma novidade: o primeiro titular negro, o meia ugandense Pione Sisto (Celta de Vigo-ESP).
O veterano centroavante Niklas Bendtner (hoje no Rosenborg-NOR) faz sombra a Jorgensen (Feyenoord-HOL).
Equipe que possui muita velocidade ofensiva, mas que, assim como o Peru – seu adversário direto – deixa um pouco a desejar no sistema defensivo e de recomposição.
Luta direta com Peru.

Grupo B, mais detalhes

Grupo B, de BALALAIKA

A Balalaika ou Balalouka como é conhecida entre os fortes e humildes é uma vodca alucinógena criada antes mesmo da invenção da roda. As escrituras dizem que Deus criou a Vodka Cîroc, e o Diabo viu que era bom, mais não podia fazer melhor, então o Diabo chorou. E de suas lágrimas, foi criada a bebida que daria origem à Balalaika.

Portugal, Espanha, Marrocos e Irã

Portugal
Líder do grupo por conta do ranking da FIFA e seu título da última Eurocopa, numa chave que tem uma das favoritas ao título: Espanha. E jogo de abertura entre estas seleções. Fica com a segunda vaga, com folga. Pode até brigar pela primeira posição ante os espanhóis.

Um 4-4-2 do experiente treinador Fernando Santos campeão da Euro repleto de empates, o mesmo desde 2014, sucesso com os “encarnados” do Benfica e técnico da seleção desde a desclassificação em 2014, nos penais, contra a Costa Rica.

Equipe muito experiente e conservadora para o jogo seguro de apoio ao melhor do mundo, Cristiano Ronaldo, o CR7. Se classificou bem ante os suíços na última rodada, de forma direta. Os suíços vieram à Rússia 2018 pela repescagem.

Time-base português: Rui Patrício; Cédric, Pepe, José Fonte e Eliseu; Bernardo Silva, William Carvalho, João Moutinho e João Mário; André Silva e Cristiano Ronaldo.

Destaques para a dupla de zagueiros veterana – Pepe (tantos anos Real Madrid, hoje Besiktas-TUR) e José Fonte (West Ham-ING), o meia polivalente Bernardo Silva (Manchester City-ING), os táticos e experientes “joões” Moutinho (Mônaco-FRA) e Mário (Inter de Milão-ITA) e CR7 (o melhor do mundo, Real Madrid-ESP).

Como opções, destacam-se: meia André Gomes (Barcelona-ESP), meia-ofensivo Renato Sanches – Swansea-ING – destaque última Euro), meia Ricardo Quaresma (Besiktas-TUR), veterano zagueiro durão Bruno Alves (Rangers-ESC) e o bom defensor Danilo (Porto-POR), além do veterano atacante Nani (tantos anos de Manchester United-ING, hoje Lazio-ITA).

Espanha
Elenco estrelado que mescla experiência da última geração vencedora com a atual promissora que já conquistou títulos importantes por seus clubes na Europa.

Num 4-3-3, com muitas variações táticas e opções de meio de campo de ótima qualidade a municiar atacantes jovens, a Espanha do ótimo treinador das categorias de base espanholas Julen Lopetegui, é uma das grandes favoritas ao título.

Um time base com mais 3 ou 4 titulares de acordo com o esquema tático: De Gea; Carvajal (Azpilicuelta), Piqué, Sérgio Ramos e Alba; Busquets, Iniesta e Thiago Alcântara (Koke); David Silva, Morata (Saúl-Ñiguéz) e Isco (Asensio).

Todos muito conhecidos de Barcelona (4 – Piqué, Alba, Busquets e Iniesta), Real Madrid (4 – Carvajal, Sérgio Ramos, Isco e Asensio), Thiago Alcântara (Bayern Munique-ALE), Azpilicuelta e Morata (Chelsea-ING – que também tem Fábregas nas opções), David Silva (Manchester City-ING), Koke e Saúl-Ñiguéz (Atlético de Madrid) e talvez o melhor goleiro da atualidade De Gea (Manchester United-ING).

Além de Fábregas, outros veteranos são opções como o goleiro Pepe Reina (Napoli-ITA), o polêmico atacante Diego Costa (retornou ao Atlético de Madrid-ESP) e o versátil Monreal (Arsenal-ING). Briga por título.

Marrocos
Seleção africana que despachou a poderosa Costa do Marfim (frequente nos últimos Mundiais), numa épica partida de 2 x 0 fora de casa pela última rodada das eliminatórias africanas. Retorna 20 anos depois (1998). Equipe esforçada e organizada, pode incomodar, mas poucas chances de avançar às oitavas.

Um 4-3-3 do jovem treinador francês Hervé Renard com destaques para o experiente e técnico defensor polivalente Mehdi Benatia (muitas temporadas pelo Bayern de Munique-ALE, hoje Juventus-ITA), goleiro Munir (Numancia-ESP), meia defensivo Karim El Ahmadi (Feyenoord-HOL), jovem lateral Achraf Hakimi (Real Madrid-ESP), meia atacante Younès Belhanda (Galatasaray-TUR) e o atacante Nordin Amrabat (Leganés-ESP).

Time-base: Munir; Nabil Dirar, Mehdi Benatia, Romain Saïss e Achraf Hakimi; Mbark Boussoufa, Karim El Ahmadi e Younès Belhanda; Hakim Ziyech, Khalid Boutaïb e Nordin Amrabat.

Irã
O experiente treinador português Carlos Queiróz armou uma seleção bem defensiva, num muito utilizado 4-2-3-1.

A referência é o artilheiro e bom atacante Sardar Azmoun (Rubin Kazan-RUS) que fez os dois gols do empate em 2 x 2 com a Síria que classificaram o país do Oriente Médio para mais um Mundial.

De maioria de atletas no futebol local, sem expressividade mundial, alguns destaques como o meia Ehsan Hajsafi (Olimpiacos-GRE) e o bom volante Ali Karimi. Será o diferencial no saldo de gols das demais equipes, um pouco menos ante os marroquinos que são bem melhores técnica e coletivamente. Praticamente sem chances!

Time-base que se classificou ante os sírios: Alireza Beiranvand, Ramin Rezaeian, Morteza Pouraliganji, Mohammad Ansari e Milad Mohammadi; Ali Karimi e Ehsan Hajsafi; Alireza Jahanbakhsh, Ashkan Dejagah e Mehdi Taremi; Sardar Azmoun.

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